Instrutor de Yôga

Yôga para iniciantes, empresas, academias e formação de instrutores

Instrutor de Yôga header image 4

Definição de felicidade

Publicado em 23/11/2009 por Francisco von Hartenthal
Comente

Excelente definição que aprendi ontem com o professor Jóris Marengo:

“Felicidade é o estado temporário em que sentimos que nada nos falta.”

Adorei!

Tags:   · 2 comentários

Os animais devem ter direitos?

Publicado em 26/8/2009 por Francisco von Hartenthal
Comente

Quero desenvolver o tema “Direitos dos animais” com você. Peço a sua participação para termos uma discussão lúcida e inteligente a respeito.

Sendo leitor de um blog como o meu, acredito que a sua resposta à pergunta do título seja “Sim, claro!”, mas vamos com calma. Quero fundamentar bem a ideia e gostaria da participação de pessoas inteligentes, cultas e bem informadas (como você!) para isso.

Para início de conversa, vamos definir direito como algo assegurado por lei. Está bom assim?

Então, por favor, escreva no seu blog, deixe um comentário neste post ou fale comigo pessoalmente respondendo às perguntas:

Os animais devem ter direitos? Por quê? Se sim, quais e como assegurá-los?

Escreverei minhas reflexões nos próximos dias. Aproveite e conheça a Declaração dos Direitos dos Animais.

Em tempo: independentemente das opiniões, divulgo aqui a I Mostra Internacional de Cinema pelos Direitos dos Animais.

Tags:   · · · 8 comentários

Você precisa assistir: entrevista com DeRose

Publicado em 25/8/2009 por Francisco von Hartenthal
Comente

Uma entrevista de uma hora sobre a Nossa Cultura.

Muito boa, você vai gostar!

(acesse o blog diretamente, pelo reader talvez não abra o vídeo)

Tags:   · · · · · · 1 comentário

O trambolho

Publicado em 21/8/2009 por Francisco von Hartenthal
Comente

Imagine que um amigo muito querido tenta lhe convencer a usar um meio de transporte diferente. Algo que tenha surgido há um século atrás, baseado em uma tecnologia ainda mais antiga.

Você não gosta muito de coisas obsoletas e, de início, não dá bola. Mas outras pessoas insistem. Contam aquela história de fim do mundo, temperatura média do planeta e tal. Somando-se ao maldito sentimento de culpa do qual é tão difícil se livrar, você cede.

A princípio, parece um trambolho. O que lhe faz rir ao imaginar o Mr. Bean tentando entrar no elevador com um.

“Estou desacostumado”, você pensa, “afinal, é coisa que ninguém esquece.” E vai em frente.

Algumas semanas depois, seus joelhos parecem um pouco mais rígidos. “Melhor mudar o ásana de meditação.” Aquela velha dorzinha nas costas volta a incomodar e você começa a desconfiar de que a pressão sobre seus testículos não é tão inócua quanto dizem.

Desistir volta a ser uma opção, quando seu amigo lhe convida para um chá e leva a namorada, também adepta do trambolho.

Ela lhe conta que “em França” - assim mesmo, sem o artigo - ele é muito usado. “E na Alemanha… bem, todos sabem que na Alemanha…” Depois, conta da experiência dos estudantes colombianos com um entusiasmo cheguevariano. O que lhe faz pensar se ela não é uma prima cubana da Amelie Poulain.

Você não quer parecer ignorante e, pela manhã, olha pela janela: “Hoje não vai chover! Também não deve fazer sol! Se eu sair agora e levar uma roupa limpa para trocar, acho que dá para ir de trambolho.”

Os carros lhe atrapalham. “A culpa é deles!” Os pedestres lhe atrapalham. “Cidade provinciana!” As calçadas lhe atrapalham. “Falta planejamento urbano!” As ruas lhe atrapalham…

Logo, você participa de reuniões de trambolhos, as Trambolhadas. Os carros são seus inimigos, é preciso tomar o poder e fazer barulho. Talvez não nesta ordem.

Então, num domingo de manhã, você vai a um parque e vê uma criança aprendendo a andar de trambolhinho. Ela não quer, o pai insiste. Usar as pernas daquele jeito, naquela posição é, visivelmente, um movimento anti-natural. O pai a empurra, a criança quase cai. É uma luta de judô na qual apenas o trambolho pode aplicar ippon. “E o meu nem tem as rodinhas…”

Finalmente, a questão volta à sua mente. “O trambolho não é a solução.”

E agora?

Tags:   · · · 2 comentários

Meu encontro com DeRose

Publicado em 19/8/2009 por Francisco von Hartenthal
Comente

Para mim, DeRose é um gênio. É um Galileu, Da Vinci ou Darwin. Alguém que, simplesmente, enxerga as coisas como elas são e revoluciona o mundo por não admitir fazer de conta que não vê o que vê.

Eu tenho orgulho de ter sido aceito como seu discípluo e poder chamá-lo de Mestre. Não somente por respeito ao seu título, mas porque ele é meu Mestre, mesmo.

A primeira vez em que vi DeRose pessoalmente foi no Festival Internacional de SwáSthya Yôga de Florianópolis, em 1999. Era muita gente, eu era um aluno novato e provavelmente ele nem tenha me notado.

Em setembro daquele ano, DeRose veio a Curitiba ministrar cursos, dos quais participei. Bebi cada palavra como se fossem néctar. Ele certamente me viu no curso e até trocamos algumas amenidades no corredor.

Em novembro, veio o Festival de Saquarema. Lá, aconteceu algo maravilhoso!

Eu ainda era muito novinho, mas já estava mais à vontade no grupo. Em determinado momento, no intervalo entre as vivências, parei em frente à piscina e fiquei olhando a cena à minha volta. As pessoas, bonitas e felizes, se misturavam àquele ambiente acolhedor e ao clima de praia e céu azul. Meu olhar percorreu lentamente tudo ao redor sem se deter em nada, apenas curtindo a satisfação de estar ali.

Então, a uns dez metros de distância, vi o Mestre! Ele sorria e olhava para mim. Espontaneamente, caminhei em sua direção. Olhos nos olhos, sorrisos abertos. Ao me aproximar, com naturalidade as mãos se puseram em prônam mudrá, gesto que ele também fez. Eu não disse nada, mas não havia mesmo o que dizer. Por alguns breves instantes ficamos assim, até que alguém chegou e o solicitou. Com a mesma naturalidade, desfizemos o cumprimento e conversamos um pouco entre nós e esta terceira pessoa. Logo, saí discretamente.

Nunca vou me esquecer daquele momento. Conhecer DeRose mudou minha vida e com tudo o que ele me ensina tenho aprendido, cada vez mais, a ser eu mesmo. Sou muito grato por isso.

Tags:   · · · Sem comentários

O paradoxo da mulher em TPM

Publicado em 18/8/2009 por Francisco von Hartenthal
Comente

Eu olho para ela, dou um sorriso, faço um cafuné atrás da orelha.

Ela engole o chá, ergue os olhos em minha direção, contrai os lábios e diz:

- Você me irrita quando me agrada.

Alguém explica?

Tags:   · 3 comentários

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.