Instrutor de Yôga

Yôga para iniciantes, empresas, academias e formação de instrutores

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Como escolher uma escola ou instrutor de Yôga

Publicado em 18/6/2008 por Francisco von Hartenthal

O número de interessados em Yôga tem crescido expressivamente no Brasil e no mundo. Estima-se que sejam 10 milhões de praticantes nos Estados Unidos, 5 milhões no Brasil e 500 mil só na cidade de São Paulo.

Em academias, empresas e escolas, as celebridades, os estudantes, os empresários… todo mundo faz Yôga! Para suprir a demanda, o número de lugares que oferecem o método também tem crescido. Então, surge a pergunta: como escolher uma escola ou instrutor de Yôga?

Espero ajudar você com algumas dicas.

A primeira é esta: verifique o certificado de formação do profissional. Se ele não mostrar é porque não tem. E, se não tem formação específica em Yôga, não arrisque sua saúde física e mental com ele.

Este é o primeiro cuidado, mas ainda não é suficiente. Ora, existem cursos caça-níqueis de Direito, Medicina, Engenharia, etc. e com Yôga não seria diferente. Talvez o instrutor não tenha má-fé, mas ele mesmo tenha sido enganado por um curso superficial. No Brasil ou na Índia!

Então, temos a segunda dica: informe-se sobre a instituição que emitiu o certificado. Se houver mais de uma, informe-se sobre todas. Visite as sedes, leia os livros, vá atrás. Se não conseguir informações, caia fora.

Você verá que há muitos tipos diferentes de Yôga. Eu faço parte da Uni-Yôga e da Rede DeRose, mas há outras opções. Talvez você prefira a nossa metodologia, talvez a de outra escola. Assim como a vida não é uma receita de bolo, o que é melhor para mim pode não ser para você.

Para saber, siga a terceira dica: verifique se você se identifica com as propostas do Método, da escola e do instrutor. Sinta o ambiente da escola, o clima emocional, converse com alunos e instrutores. Se o lugar for sério, suas propostas e fundamentos básicos serão acessíveis a qualquer um, mesmo que não seja aluno. Livros, vídeos, sites e entrevistas ajudarão você a se informar melhor.

Por fim, a quarta dica: escolha por você mesmo! Parece redundância, mas não é. Nessa pesquisa toda, você ouvirá pessoas que gostaram e não gostaram de uma escola ou instrutor. É normal. Faça uma escolha lúcida e madura, conforme o que é melhor para você. Não se deixe levar pela opinião dos outros.

Reparou que eu não mencionei coisas como: distância da sua casa, preço, horários disponíveis, descontos ou carisma do instrutor? Não foi à toa. Yôga é muito bom quando bem ensinado. Caso contrário, melhor evitar. Não se indisponha em pagar mais, deslocar-se ou mudar sua rotina para ter o melhor. Vale a pena!

Para saber mais:

Aulas gratuitas de SwáSthya Yôga, no site da Uni-Yôga;

Escolas que oferecem aula experimental de SwáSthya Yôga, no site Yôga 10;

Contato para aulas comigo ou com minha equipe.

Livros no Submarino:

Tags:   4 comentários

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4 comentários até agora ↓

  • 1 Caio Melo jun 20, 2008 às 6:47 pm

    Parabéns pelo texto e pela forma como oferece aos leitores links para outros artigos. Isso enriquece muito.

    Quanto mais divulgarmos esse tipo de informação, mais seguras as pessoas estarão e ainda conscientes de que podem encontrar exatamente aquilo que lhe “veste bem” no quesito qualidade de vida.

    Abraço do Caio!

  • 2 Rafaella jun 22, 2008 às 8:41 pm

    Oi Shiko!
    Muito bom e exclarecedor o seu texto!
    Obrigada pelo link para o meu artigo.
    Beijos!

  • [...] filosofia. Para definir o melhor lugar onde praticar o Método, leia o artigo que escrevi sobre como escolher uma escola ou instrutor de Yôga. Há dezenas de linhas diferentes, a que eu ensino é o SwáSthya Yôga. Acesse o site da Uni-Yôga [...]

  • [...] por Unidade Alto da XV Como escolher uma escola ou instrutor de Yôga - Verifique o certificado de formação do profissional. Se ele não mostrar é porque não tem. E, [...]

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