O número de interessados em Yôga tem crescido expressivamente no Brasil e no mundo. Estima-se que sejam 10 milhões de praticantes nos Estados Unidos, 5 milhões no Brasil e 500 mil só na cidade de São Paulo.
Em academias, empresas e escolas, as celebridades, os estudantes, os empresários… todo mundo faz Yôga! Para suprir a demanda, o número de lugares que oferecem o método também tem crescido. Então, surge a pergunta: como escolher uma escola ou instrutor de Yôga?
Espero ajudar você com algumas dicas.
A primeira é esta: verifique o certificado de formação do profissional. Se ele não mostrar é porque não tem. E, se não tem formação específica em Yôga, não arrisque sua saúde física e mental com ele.
Este é o primeiro cuidado, mas ainda não é suficiente. Ora, existem cursos caça-níqueis de Direito, Medicina, Engenharia, etc. e com Yôga não seria diferente. Talvez o instrutor não tenha má-fé, mas ele mesmo tenha sido enganado por um curso superficial. No Brasil ou na Índia!
Então, temos a segunda dica: informe-se sobre a instituição que emitiu o certificado. Se houver mais de uma, informe-se sobre todas. Visite as sedes, leia os livros, vá atrás. Se não conseguir informações, caia fora.
Você verá que há muitos tipos diferentes de Yôga. Eu faço parte da Uni-Yôga e da Rede DeRose, mas há outras opções. Talvez você prefira a nossa metodologia, talvez a de outra escola. Assim como a vida não é uma receita de bolo, o que é melhor para mim pode não ser para você.
Para saber, siga a terceira dica: verifique se você se identifica com as propostas do Método, da escola e do instrutor. Sinta o ambiente da escola, o clima emocional, converse com alunos e instrutores. Se o lugar for sério, suas propostas e fundamentos básicos serão acessíveis a qualquer um, mesmo que não seja aluno. Livros, vídeos, sites e entrevistas ajudarão você a se informar melhor.
Por fim, a quarta dica: escolha por você mesmo! Parece redundância, mas não é. Nessa pesquisa toda, você ouvirá pessoas que gostaram e não gostaram de uma escola ou instrutor. É normal. Faça uma escolha lúcida e madura, conforme o que é melhor para você. Não se deixe levar pela opinião dos outros.
Reparou que eu não mencionei coisas como: distância da sua casa, preço, horários disponíveis, descontos ou carisma do instrutor? Não foi à toa. Yôga é muito bom quando bem ensinado. Caso contrário, melhor evitar. Não se indisponha em pagar mais, deslocar-se ou mudar sua rotina para ter o melhor. Vale a pena!
Para saber mais:
Aulas gratuitas de SwáSthya Yôga, no site da Uni-Yôga;
Escolas que oferecem aula experimental de SwáSthya Yôga, no site Yôga 10;
Contato para aulas comigo ou com minha equipe.
Livros no Submarino:



4 comentários até agora ↓
Parabéns pelo texto e pela forma como oferece aos leitores links para outros artigos. Isso enriquece muito.
Quanto mais divulgarmos esse tipo de informação, mais seguras as pessoas estarão e ainda conscientes de que podem encontrar exatamente aquilo que lhe “veste bem” no quesito qualidade de vida.
Abraço do Caio!
Oi Shiko!
Muito bom e exclarecedor o seu texto!
Obrigada pelo link para o meu artigo.
Beijos!
[...] filosofia. Para definir o melhor lugar onde praticar o Método, leia o artigo que escrevi sobre como escolher uma escola ou instrutor de Yôga. Há dezenas de linhas diferentes, a que eu ensino é o SwáSthya Yôga. Acesse o site da Uni-Yôga [...]
[...] por Unidade Alto da XV Como escolher uma escola ou instrutor de Yôga - Verifique o certificado de formação do profissional. Se ele não mostrar é porque não tem. E, [...]