Há um certo apelo dramático em ser extremista. No mínimo, traz destaque. Às vezes, até pode ser cool.
Veja bem, não há nada de errado em se ter uma posição radical, fundamentalista e que não abre concessões. O problema é achar que só existe ela ou a sua contraposição diametralmente oposta. Ignorando-se toda a riqueza entre o 8 e o 80.
Aplicar a lógica digital de ou um ou zero na vida real simplesmente não é correto, além de trazer certos riscos. Um deles é o de tornar-se intolerante. Outro é de ser chato, mesmo.
DeRose, codificador do nosso Método, deixa claro que não fazemos proselitismo e respeitamos opiniões divergentes. E faz isso sem perder o estilo extremamente eloquente que lhe é característico.
No fim, como já escrevi, é uma postura que pune a si mesma, pois quando julgamos a liberdade dos outros, estamos limitando a nossa própria.
Humberto Gessinger, no vídeo abaixo, aborda o tema de uma maneira bem legal e descontraída na música A revolta dos dândis. Espero que você goste!
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2 comentários até agora ↓
[...] Entre o 8 e o 80 – Entre os extremos sempre há uma grande quantidade de possibilidades. [...]
[...] Entre o 8 e o 80 – Entre os extremos sempre há uma grande quantidade de possibilidades. [...]